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Out

 

 

Divinópolis é uma das Diretorias Regionais de Minas Gerais, com Gestão Plena de Saúde e atende até 54 municípios vizinhos. A UPA da cidade atende uma média de 400 pacientes diariamente e, atualmente, tem em torno de 60 pessoas aguardando vagas para internação.

Entretanto, por ser uma Unidade de Pronto Atendimento, o objetivo deveria ser atender pacientes urgentes, com prazo de permanência de, no máximo, 24 horas. Mas muitos dos que são atendidos estão aguardando vagas para internação em uma unidade ou hospital de médio e grande porte, permanecendo na UPA e gerando acúmulo de trabalho.

A Unidade está superlotada, causando riscos ao paciente e sobrecarregando as enfermeiras e enfermeiros. Exemplo disso é a sala de emergência, chamada de sala vermelha, que abriga em média 7 pacientes, que necessitam de CTI, permanecendo na sala por até 30 dias. Houve dias em que 5 desses pacientes ficaram em ventilação mecânica.

A coordenação médica da UPA, exige que o enfermeiro (a) seja mais “rigoroso” na triagem. Uma tentativa inapropriada para solucionar o problema de super lotação. As enfermeiras e enfermeiros devem seguir o Protocolo de Manchester para fazer a triagem. Existem procedimentos para avaliar um paciente, estabelecido também pelo Coren-MG, que devem ser seguidos para garantir a integridade física do paciente.

Os trabalhadores estão com um desgaste não apenas físico, mas principalmente mental. A responsabilidade de cuidar dos pacientes em condições precárias causa um grande stress nos enfermeiros (as).

O SEEMG entende a grave situação da UPA, mas esclarece que pressionar de maneira inadequada os enfermeiros (as) não é a solução e esse tipo de atitude não deve ser aceita.

Se você, enfermeira ou enfermeiro, está sofrendo esse tipo de sobrecarga de trabalho, entre em contato com SEEMG. Estamos aqui para cuidar de você.

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